Silvia Álava e Novo Futuro, fecham os olhos para a infância mais vulnerável

A presidente de Novo Futuro, Josefina Sánchez Errázuriz e a psicóloga Silvia Alava posam com a doação do livro “Queremos filhos felizes”. Fotografia cedida pelo Novo Futuro

Segunda-feira 29.06.2015

Terça-feira 13.01.2015

Quinta-feira 02.07.2015

Em um ato realizado na sede da Novo Futuro, que contou com a presença da presidente da ONG, Josefina Sánchez Errázuriz, a diretora Miriam Poole Quintana e representantes da editora JdJ Editores – Atitude de Comunicação, Silvia Alava foi doado para a associação dos direitos de autor do seu livro “Queremos filhos felizes”, que ascendem a 5.121 euros.

Esse montante será destinado integralmente ao Projeto de Atenção Psicossocialpara os 98 menores de 12 famílias de Futuro Novo em Madrid, cujo objetivo é reparar os danos psicossociais dos menores para melhorar suas condições de vulnerabilidade, para impulsionar suas habilidades e melhorar sua auto-estima e auto-controle.

“Quando eu escrevi o livro tinha muito claro o que queria ajudar o maior número de pessoas possíveis”, comenta Silvia Alava. Os pais vêm a sua obra procurando dicas para educar seus filhos entre 0 e 6 anos, embora esta psicóloga confessa que “tão importante quanto me parecia ajudar essas crianças que, infelizmente, não têm um pai e uma mãe que possa estar lá com eles. Eu pensei que estas são as crianças em regime de acolhimento”.

Por este motivo, surge a parceria com a Novo Futuro, “eu me dei conta de que isso era o que eu queria, uma associação que trabalha com estas crianças e transforma suas casas funcionais em casa de família”, revela Alava para EFEsalud.

Desde Novo Futuro se mostram muito satisfeitos com este acordo. “Sempre nos emociona alguém de sua escolha, existem muitas ONGs e muitas dedicadas às crianças”, diz a presidente Josefina Sánchez Errázuriz, e confessa que o livro de Silvia adorou “como avó”.

Ambas as partes falaram também de seus próximos projetos. Depois de tirar a terceira edição do “Queremos filhos felizes”, Silvia está trabalhando na continuação deste, que será dedicado à fase dos 6 aos 12 anos. A profissional encontra-se o crescimento da psicologia infantil nessa preocupação dos pais para que a criança desenvolva suas capacidades sociais e emocionais.

A Associação Novo Futuro tem atendido a mais de 8.000 crianças e jovens em seus quase 50 anos de trabalho ao serviço dos menores sem lar. Seu presidente explica dois projetos em que se mete: um programa de apoio escolar para aumentar o rendimento anímico e acadêmico de crianças e um gabinete psicológico que possam acompanhar mais de perto a sua evolução.

A diretora da Novo Futuro, Miriam Poole, acrescentou a entrada em funcionamento de dois andares de emancipação para não deixar desprotegidos os maiores de 18 anos. Neste ponto também coincide Silvia, se já lhe parece difícil, com essa idade, conseguir um emprego e ter uma vida independente, “imagine uma criança que tenha tido todas essas carências emocionais e afetivas”.

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